{"id":2218,"date":"2023-05-26T10:41:00","date_gmt":"2023-05-26T14:41:00","guid":{"rendered":"https:\/\/ppgcultcpaq.ufms.br\/?page_id=2218"},"modified":"2024-08-08T14:08:26","modified_gmt":"2024-08-08T18:08:26","slug":"turma-2021","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/ppgcultcpaq.ufms.br\/en\/turma-2021\/","title":{"rendered":"Disserta\u00e7\u00f5es Turma 2021"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<table style=\"width: 93.093%\" width=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>AUTOR\/A:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">AMANDA MAMEDE<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>T\u00cdTULO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">O ENSINO DE ARTES VISUAIS FRENTE \u00c0 MODERNIDADE\/COLONIALIDADE: A NARRATIVA EUROC\u00caNTRICA DOS CURR\u00cdCULOS E UMA PROPOSTA DE AULAS OFICINA DESOBEDIENTES<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>ORIENTADOR\/A:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">ANA PAULA SQUINELO<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>ANO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">\u00a02023<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>RESUMO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">Esta disserta\u00e7\u00e3o parte do problema de investiga\u00e7\u00e3o acerca de qual a narrativa da hist\u00f3ria da arte presente nos documentos curriculares e manuais did\u00e1ticos que normatizam o ensino de artes visuais na cidade de Campo Grande-MS. A partir do m\u00e9todo dedutivo com uma abordagem qualitativa em uma perspectiva decolonial, busca-se compreender como a constru\u00e7\u00e3o dos referenciais curriculares que orientam e normatizam a educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica refletem nos processos de ensino-aprendizagem, partindo da hip\u00f3tese de que referenciais latino-americanos s\u00e3o invisibilizados e deslegitimados nas aulas de arte, contribuindo para a manuten\u00e7\u00e3o da colonialidade do poder (QUIJANO, 2005). S\u00e3o realizadas an\u00e1lises de conte\u00fado no Referencial Curricular da Rede Municipal de Ensino de Campo Grande-MS (Reme) e em conte\u00fados selecionados em quatro volumes (6\u00ba ao 9\u00ba ano) do manual da\/o professora\/or da cole\u00e7\u00e3o \u201cPor toda pARTE\u201d, da editora FTD, adotada pela rede municipal para o quadri\u00eanico 2020-2023; a cole\u00e7\u00e3o faz parte do Plano Nacional do Livro e do Material Did\u00e1tico (PNLD). Reflete-se junto a Silva (2013) e Arroyo (2013) em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s teorias cr\u00edticas do curr\u00edculo e sua concep\u00e7\u00e3o de territ\u00f3rio de constante disputa de tensionamento de saberes e a Bittencourt (2002), Choppin (2004) e R\u00fcsen (2009) acerca da metodologia de an\u00e1lise do manual did\u00e1tico considerando-o um instrumento complexo e multifacetado. Deste modo, o objetivo geral da pesquisa \u00e9 analisar pontos de des\/obedi\u00eancia docente (MOURA, 2018) a respeito do discurso presente nos conte\u00fados apresentados por ambos os instrumentos de an\u00e1lise e a constru\u00e7\u00e3o de um material did\u00e1tico composto por quatro aulas-oficina, cujo conte\u00fado seja desobediente \u00e0 l\u00f3gica moderna\/colonial que impera sobre as epistomologias do Sul. Foi poss\u00edvel perceber que o Referencial da Reme \u00e9 essencialmente eurocentrado em seus conte\u00fados, sobretudo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 cronologia da hist\u00f3ria da arte, assim como a narrativa inscrita no discurso dos manuais did\u00e1ticos. Ambos os instrumentos marginalizam movimentos, obras, artistas, conceitos e tend\u00eancias produzidas fora do eixo Europa-EUA, produzindo uma ideia de \u201ccultura da repeti\u00e7\u00e3o\u201d (RICHARD, 2012). Portanto, esta disserta\u00e7\u00e3o oferece um material did\u00e1tico cujo objetivo \u00e9 a instrumentaliza\u00e7\u00e3o docente para o exerc\u00edcio da desobedi\u00eancia \u00e0 centraliza\u00e7\u00e3o da epistemologia euro-estadunidense nos processos de ensino-aprendizagem em artes visuais, voltando seus olhares para a paisagem sociopol\u00edtica, cultural e art\u00edstica de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, oferecendo um contragolpe \u00e0 educa\u00e7\u00e3o condicionada \u00e0 l\u00f3gica capitalista\/moderna\/colonial.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>DOWNLOAD:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\"><a href=\"https:\/\/posgraduacao.ufms.br\/portal\/trabalho-arquivos\/download\/12183\">.PDF<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table style=\"width: 93.093%\" width=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>AUTOR\/A:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">CAIO RODRIGUES<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>T\u00cdTULO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">COMUNIDADE FURNAS DOS BAIANOS: DA CONQUISTA DA PROPRIEDADE \u00c0 RESIST\u00caNCIA POR UMA IDENTIDADE QUILOMBOLA<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>ORIENTADOR\/A:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">AGUINALDO RODRIGUES GOMES<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>ANO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">\u00a02023<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>RESUMO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">O presente trabalho tem por finalidade pesquisar, levantar e entender como se originou a comunidade quilombola Furnas dos Baianos ao longo de sua trajet\u00f3ria buscando ainda compreender o processo de reconhecimento destes povos e de suas identidades quilombolas, que s\u00e3o vitais para o processo de regulariza\u00e7\u00e3o do territ\u00f3rio desta comunidade. No Brasil, o procedimento de identifica\u00e7\u00e3o, reconhecimento, delimita\u00e7\u00e3o, demarca\u00e7\u00e3o e titula\u00e7\u00e3o de terras ocupadas por remanescentes de quilombos se constituiu de forma muito burocr\u00e1tica e morosa, devido \u00e0 falta de interesse do poder p\u00fablico em reconhecer a popula\u00e7\u00e3o negra como pertencentes \u00e0 hist\u00f3ria de nosso pa\u00eds, bem como pelo fato de os interesses pol\u00edticos existentes serem opostos ao processo de efetiva\u00e7\u00e3o dessas propriedades na forma do artigo 68 dos atos de disposi\u00e7\u00f5es constitucionais transit\u00f3rios de nossa atual Constitui\u00e7\u00e3o. O trabalho busca evidenciar a hist\u00f3ria dessa comunidade, seus costumes, suas tradi\u00e7\u00f5es; a liga\u00e7\u00e3o que estabelecem com o espa\u00e7o em que vivem e as rela\u00e7\u00f5es dessas pessoas com a terra que ocupam. Busca-se tamb\u00e9m pesquisar e refletir sobre as comunidades tradicionais, como conseguiram se perpetuar ao longo do tempo diante das altera\u00e7\u00f5es trazidas pela sociedade moderna, dan-do \u00eanfase \u00e0 comunidade quilombola Furnas dos Baianos. Abdias do Nascimento e Beatriz Nascimento, intelectuais importantes para a discuss\u00e3o da tem\u00e1tica, j\u00e1 denunciavam esse processo de subalterniza\u00e7\u00e3o do povo negro como elemento estruturante da sociedade escravocrata e mandonista no Brasil. Abdias do Nascimento deixa claro que essa condi\u00e7\u00e3o subalternizada e a continuidade do colonialismo fazem parte do modus operandi estatal, seja ele mon\u00e1rquico ou republicano. Concordando com a historiadora Beatriz Nascimento, consideramos que qualquer atitude de associa\u00e7\u00e3o seria quilombo, desde que buscasse maior valoriza\u00e7\u00e3o da heran\u00e7a negra. Assim, trabalhamos com a no\u00e7\u00e3o estendida de quilombo para compreender a legitimidade da luta da comunidade Furnas dos Baianos frente aos arranjos pol\u00edticos locais de reconhecimento da sua identidade. A an\u00e1lise qualitativa envolveu pesquisa de campo, bibliogr\u00e1fica e documental. Metodologicamente, partimos da an\u00e1lise documental acerca de todos os textos legislativos (leis, decretos, portarias e resolu\u00e7\u00f5es) concernentes \u00e0s mat\u00e9rias inerentes ao reconhecimento do direito de propriedade aos povos quilombolas, bem como do levantamento de teses e disserta\u00e7\u00f5es sobre a tem\u00e1tica e entrevista. A pesquisa foi realizada em duas partes: a primeira consistiu em uma pesquisa de campo explorat\u00f3ria e consultiva, onde se realizou entrevistas com um morador da comunidade quilombola Furnas dos Baianos, o Sr. Ant\u00f4nio dos Santos conjuntamente com a Presidente da Associa\u00e7\u00e3o de Moradores da comunidade a Sra. Ivete Carrera Pires, e outras duas entrevistas separadas, com antigos moradores da comunidade quilombola os Srs. Ant\u00f4nio Correa dos Santos e Joel Silva Ferreira, totalizando quatro entrevistados, em tr\u00eas entrevistas distintas, buscando entender a forma\u00e7\u00e3o, os costumes, as tradi\u00e7\u00f5es e a forma de manuten\u00e7\u00e3o dessas fam\u00edlias como comunidade; a segunda foi a pesquisa documental de textos, v\u00eddeos, documentos legislativos, buscando entender o processo hist\u00f3rico e antropol\u00f3gico de forma\u00e7\u00e3o e reconhecimento da comunidade como quilombo. Desvendar a hist\u00f3ria da comunidade Furnas dos Baianos n\u00e3o foi nada f\u00e1cil, pois trata-se de uma comunidade que possui um hist\u00f3rico de forma\u00e7\u00e3o \u00fanico, quando comparado ao processo tradicional de forma\u00e7\u00e3o de outras comunidades no Mato Grosso do Sul. A comunidade hoje vive um processo de reconhecimento de sua identidade quilombola atrav\u00e9s da incorpora\u00e7\u00e3o dos costumes e tradi\u00e7\u00f5es dos povos ancestrais, na busca de sua perpetua\u00e7\u00e3o como povo quilombola diante dos desafios e das mudan\u00e7as ocorri-das ao longo do tempo.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>DOWNLOAD:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\"><a href=\"https:\/\/posgraduacao.ufms.br\/portal\/trabalho-arquivos\/download\/12428\">.PDF<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table style=\"width: 93.093%\" width=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>AUTOR\/A:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">CARLA DRIELLY COSTA SANTANA<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>T\u00cdTULO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">A OBRA HIBISCO ROXO E A LIBERDADE, TRANSGRESS\u00c3O E AG\u00caNCIA DAS MULHERES<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>ORIENTADOR\/A:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">AGUINALDO RODRIGUES GOMES<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>ANO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">\u00a02023<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>RESUMO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">Durante a maior parte da hist\u00f3ria, a mulher foi impedida de acessar a educa\u00e7\u00e3o formal, consequentemente a produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria n\u00e3o era uma possibilidade existente em sua vida. No campo social, entretanto, apesar das conquistas, muitas mulheres n\u00e3o se viam representadas no movimento feminista, uma vez que a realidade de suas organizadoras, que eram brancas, bem como suas produ\u00e7\u00f5es liter\u00e1rias divergiam da realidade das mulheres africanas\/asi\u00e1ticas\/ind\u00edgenas\/afro-americanas. Destarte, fazia-se necess\u00e1rio pensar uma literatura para al\u00e9m do pensamento hegem\u00f4nico\/ocidental\/branco, que possibilitasse a entrada em cena de hist\u00f3rias que convidam o leitor a refletir sobre as desigualdades e assimetrias existentes no mundo. Chimamanda Ngozi Adichie se encontra nesse contexto de escritoras que ousam apresentar, discutir e refletir em sua produ\u00e7\u00e3o liter\u00e1ria o cotidiano de povos atravessados pela coloniza\u00e7\u00e3o enquanto colonizados, e \u00e9 neste sentido que o presente trabalho se prop\u00f5e a analisar a obra Hibisco Roxo (2003), de Adichie, atendo-se a como as personagens femininas constroem espa\u00e7os de transgress\u00e3o, ag\u00eancia, liberdade e resist\u00eancia dentro de um contexto de colonialidade. Como referencial te\u00f3rico, est\u00e3o presentes as contribui\u00e7\u00f5es dos Estudos P\u00f3s-Coloniais com Spivak, Hall, Fanon, Said, Bhabha; dos estudos decoloniais, com Lug\u00f3nes, Quijano, Mignolo, Maldonado-Torres, Gonzalez; das teorias e cr\u00edticas africanas, a exemplo de Amadiume, Oyew\u00f9m\u00ed, Ogunyemi, Hudson-Weems, Ogundipe-Leslie e a pr\u00f3pria Adichie; al\u00e9m de an\u00e1lises conceituais a partir de autores como Foucault, Weber, Giddens, Latour, Butler. Assim, trata-se de adentrar, atrav\u00e9s da pesquisa e da literatura, na realidade p\u00f3s-colonial de uma literatura feminina atrav\u00e9s da qual as mulheres existem, resistem e escrevem sobre o que isso significa. Ao analisar as personagens verifica-se a presen\u00e7a do desejo como manifesta\u00e7\u00e3o intr\u00ednseca da liberdade e sua efetiva\u00e7\u00e3o no ato de transgress\u00e3o encontram na ag\u00eancia a possibilidade de transposi\u00e7\u00e3o de sua lat\u00eancia para o universo das rela\u00e7\u00f5es de poder, onde seu papel \u00e9 de redesenhar estruturas a partir das ferramentas com que a pr\u00f3pria sociedade se reproduz.o resumo de seu trabalho<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>DOWNLOAD:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\"><a href=\"https:\/\/posgraduacao.ufms.br\/portal\/trabalho-arquivos\/download\/12424\">.PDF<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table style=\"width: 93.093%\" width=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>AUTOR\/A:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">JANETE ANDRADE DE LIMA<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>T\u00cdTULO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">A PRESEN\u00c7A DE ESTUDANTES IND\u00cdGENAS NO IFMS\/CAMPUS DE AQUIDAUANA<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>ORIENTADOR\/A:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">VERA LUCIA FERREIRA VARGAS CESCO<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>ANO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">\u00a02023<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>RESUMO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">Esta disserta\u00e7\u00e3o busca refletir sobre a presen\u00e7a dos estudantes ind\u00edgenas Terena no Instituto Federal \u2013 Campus Aquidauana\/ MS. Os objetivos s\u00e3o compreender e constatar a perman\u00eancia dos estudantes ind\u00edgenas nos cursos de Ensino M\u00e9dio Integrado de Edifica\u00e7\u00f5es e Inform\u00e1tica do IFMS, campus Aquidauana. Identificando as motiva\u00e7\u00f5es e os contextos vivenciados pelos estudantes ind\u00edgenas para sua perman\u00eancia e conclus\u00e3o nos cursos de Ensino M\u00e9dio Integrado do IFMS\/ campus Aquidauana. A metodologia da pesquisa utilizada consiste em pesquisa qualitativa bibliogr\u00e1fica e quantitativa, utilizamos como principais suportes te\u00f3ricos para este trabalho M\u00fclling (2018); Cardoso (2004); Luciano (2006, 2017). Os procedimentos metodol\u00f3gicos utilizados foram levantamento bibliogr\u00e1fico sobre o contexto social, hist\u00f3rico e educacional da popula\u00e7\u00e3o ind\u00edgena terena, bem como as especificidades do ensino integrado de n\u00edvel m\u00e9dio dos IFs, aplica\u00e7\u00e3o do question\u00e1rio e roda de conversa com os estudantes ind\u00edgenas. Dos 27 estudantes matriculados nos cursos de Ensino M\u00e9dio, 9 aceitaram participar da pesquisa, as respostas constam no transcorrer do texto. Constatou-se que o transporte escolar e a intera\u00e7\u00e3o entre outros estudantes s\u00e3o fatores que contribuem para a conviv\u00eancia, di\u00e1logo e forma\u00e7\u00e3o dos estudantes ind\u00edgenas dentro do IFMS\/ campus Aquidauana, mas que tamb\u00e9m podem ser fatores que contribuam para a evas\u00e3o dos estudantes ind\u00edgenas.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>DOWNLOAD:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\"><a href=\"https:\/\/posgraduacao.ufms.br\/portal\/trabalho-arquivos\/download\/12595\">.PDF<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table style=\"width: 93.093%\" width=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>AUTOR\/A:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">JEAN BATISTA DA CUNHA<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>T\u00cdTULO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">AUTO DO CAR\u00c3O: ESTUDO SOBRE AS IDENTIDADES CULTURAIS DOS POVOS AMAZ\u00d4NIDAS ATRAV\u00c9S DAS CIRANDAS DO AMAZONAS<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>ORIENTADOR\/A:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">\u00a0PATRICIA ZACZUK BASSINELLO<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>ANO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">\u00a02023<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>RESUMO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">\u00a0Este trabalho visa refletir a constitui\u00e7\u00e3o das identidades dos povos amaz\u00f4nicos numa perspectiva hist\u00f3rica e cultural, que vai desde migra\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica europeia at\u00e9 a migra\u00e7\u00e3o nordestina nos meados do s\u00e9culo XX. Trata-se de uma pesquisa baseada na hist\u00f3ria do sujeito da Amaz\u00f4nia em di\u00e1logo com os Estudos Culturais, enfatizando as identidades culturais e da hibridiza\u00e7\u00e3o cultural ao longo dos tempos atrav\u00e9s das cirandas do Amazonas. Faremos um di\u00e1logo com os autores Raymond Williams, Stuart Hall e Nestor Garcia Canclini para entendermos os conceitos de cultura, de identidades culturais e o processo de hibridiza\u00e7\u00e3o cultural. Iremos destacar os principais marcos hist\u00f3ricos de conflitos e o posicionamento dos povos habitantes da regi\u00e3o quanto a afirma\u00e7\u00e3o de suas identidades diante dos europeus, assim como as principais transforma\u00e7\u00f5es vividas pelas cirandas ao longo do tempo e o ponto de tens\u00e3o entre suas narrativas. Tais fatos descrevem a postura do homem amaz\u00f4nida frente a uma sociedade globalizada, padronizada e em processo de homogeneiza\u00e7\u00e3o cultural e que, mesmo com a romantiza\u00e7\u00e3o de sua imagem por parte do poder p\u00fablico, vive ainda uma ruptura social capaz de coloc\u00e1-los em condi\u00e7\u00f5es de descaso e de subalterniza\u00e7\u00e3o. Os povos amaz\u00f4nidas, assim como adeptos ao processo de globaliza\u00e7\u00e3o, viram no interst\u00edcio a oportunidade negocia\u00e7\u00e3o e de rela\u00e7\u00e3o de poder frente as transforma\u00e7\u00f5es exigidas pela modernidade e \u00e0 manuten\u00e7\u00e3o de tradi\u00e7\u00f5es culturais nas suas cirandas.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>DOWNLOAD:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\"><a href=\"https:\/\/posgraduacao.ufms.br\/portal\/trabalho-arquivos\/download\/11788\">.PDF<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table style=\"width: 93.093%\" width=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>AUTOR\/A:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">JEFFERSON CESTARI<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>T\u00cdTULO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">O APOCALIPSE BRASILEIRO EM NARRATIVAS E TRA\u00c7OS: AS CHARGES E CARICATURAS DA LAERTE DO BRASIL DE 2018<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>ORIENTADOR\/A:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">FABIO DA SILVA SOUSA<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>ANO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">\u00a02023<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>RESUMO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">Este trabalho \u00e9 incluso no Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Estudos Culturais do Campus de Aquidauana\/ PPGCult\/CPAQ da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul\/UFMS pela linha de pesquisa Sujeitos &amp; Linguagens. Tem como proposta analisar as tirinhas e charges da cartunista Laerte Coutinho publicadas em sua conta oficial no Instagram (@laertegenial) durante os \u00faltimos tr\u00eas meses do ano de 2018 na conjuntura das elei\u00e7\u00f5es para presid\u00eancia do Brasil em que Jair Messias Bolsonaro, candidato de extrema direita do Partido Social Liberal (PSL), seria eleito. A coleta de dados se deu a partir da sele\u00e7\u00e3o das artes que Laerte Coutinho produziu e postou em sua rede social no momento em quest\u00e3o e que estavam em conformidade com os temas em an\u00e1lise. Para resgatar e ajudar selecionar os acontecimentos do ano que se passou a pesquisa foi usado como suporte o livro do jornalista Mario Magalh\u00e3es \u201c2018, sobre lutas e l\u00e1grimas\u201d que traz uma mir\u00edade de acontecimentos aberrativo, que embora recentes em rela\u00e7\u00e3o ao tempo da escrita da disserta\u00e7\u00e3o, de t\u00e3o numeroso, \u00e9 praticamente imposs\u00edvel ter uma retrospectiva apenas remetendo \u00e0 mem\u00f3ria. Para pesquisas jornal\u00edsticas e dados governamentais, houve acesso a jornais digitais como \u201cFolha de S\u00e3o Paulo\u201d, The Intercept Brasil e \u201dBrasil de Fato\u201d al\u00e9m de sites como dos Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Para embasamento dos Estudos Culturais, as leituras, entre outras, de Maria Elisa Cevasco \u201cDez li\u00e7\u00f5es sobre os Estudos Culturais\u201d; Richard Johnson, Ana Escosteguy e Norma Schulman \u201cO que \u00e9, afinal, os Estudos Culturais?\u201d. Em rela\u00e7\u00e3o ao conhecimento sobre os quadrinhos, foi dedicado leitura aos livros \u201cDesvendando os quadrinhos\u201d de Scott McCloud, \u201cHist\u00f3ria da hist\u00f3ria em quadrinhos\u201d, de \u00c1lvaro de Moya e \u201cQuadrinhos e arte sequencial\u201d, de Will Eisner. Como resultado, fica a sensa\u00e7\u00e3o de que o Brasil flertou com o apocalipse. Palavras-chave: Tirinhas. Estudos Culturais. Laerte Coutinho. Elei\u00e7\u00f5es 2018. Palavras-chave: Tirinhas. Estudos Culturais. Laerte Coutinho. Elei\u00e7\u00f5es 2018.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>DOWNLOAD:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\"><a href=\"https:\/\/posgraduacao.ufms.br\/portal\/trabalho-arquivos\/download\/12502\">.PDF<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table style=\"width: 93.093%\" width=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>AUTOR\/A:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">LARISSA PAPA NOGUEIRA MARTINS<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>T\u00cdTULO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">O GRITO DA \u201cMULHER DO FIM DO MUNDO\u201d: FEMINISMO DESCOLONIAL, SUBJETIVIDADES E REBELDIAS NA VIDA E OBRA DE ELZA SOARES (1930 \u2013 2022)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>ORIENTADOR\/A:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">FABIO DA SILVA SOUSA<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>ANO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">\u00a02023<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>RESUMO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">Considerando a diversidade social existente, \u00e9 preciso compreender que a luta por mais igualdade e acesso a direitos dificilmente acontecer\u00e1 de forma simplista e homog\u00eanea. Ela, possivelmente, apresentar\u00e1 complexidades que atravessam toda a constitui\u00e7\u00e3o de um sujeito social, hist\u00f3rico e pol\u00edtico. Trataremos da mulher negra que diante das especificidades de sua hist\u00f3ria, reivindica por igualdades de direitos que considere as suas vicissitudes. Nesse estudo, para trabalhar o feminismo negro, utiliza-se como recurso anal\u00edtico o conceito de interseccionalidade. Discute-se, ainda, aspectos como a subjetividade da mulher negra, que n\u00e3o somente v\u00ea-se oprimida pelo engendramento de estruturas inerentes ao sistema capitalista que impactam sua realidade econ\u00f4mica e social, como tamb\u00e9m a sua sa\u00fade mental. Os procedimentos metodol\u00f3gicos envolvem a pesquisa de linguagens culturais da biografia e produ\u00e7\u00e3o art\u00edstica da cantora, Elza Soares, a fim de analisar, considerando a perspectiva dos Estudos Culturais, as suas contribui\u00e7\u00f5es para os estudos e movimentos antissexista, antirracista e descoloniais.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>DOWNLOAD:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\"><a href=\"https:\/\/posgraduacao.ufms.br\/portal\/trabalho-arquivos\/download\/11964\">.PDF<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table style=\"width: 92.9061%\" width=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>AUTOR\/A:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 195.784%\" width=\"539\">LISE ROSSI JONES LIMA<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>T\u00cdTULO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 195.784%\" width=\"539\">JORNAL O PANTANEIRO: MEM\u00d3RIA, HIST\u00d3RIA E CULTURA<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>ORIENTADOR\/A:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 195.784%\" width=\"539\">\u00a0ANT\u00d4NIO FIRMINO DE OLIVEIRA NETO<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>ANO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 195.784%\" width=\"539\">2023<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>RESUMO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 195.784%\" width=\"539\">Nos \u00faltimos anos ocorreu um aumento significativo de pesquisas acad\u00eamicas que analisam a trajet\u00f3ria de peri\u00f3dicos publicados no Brasil. H\u00e1 um conjunto de estudos voltados para jornais e revistas publicados nas capitais brasileiras. Por\u00e9m, \u00e9 menor o n\u00famero de investiga\u00e7\u00f5es sobre jornais produzidos no interior do pa\u00eds. Assim sendo, a presente pesquisa tem como objeto o jornal O Pantaneiro, publicado no munic\u00edpio de Aquidauana, no Mato Grosso do Sul. O recorte temporal da investiga\u00e7\u00e3o tem como marco inicial o ano de 1965, ano de lan\u00e7amento do peri\u00f3dico. J\u00e1 seu recorte final \u00e9 1978, buscando contemplar o per\u00edodo de cria\u00e7\u00e3o do estado sul-mato-grossense, assim como os primeiros anos de administra\u00e7\u00e3o do atual propriet\u00e1rio de O Pantaneiro. Na disserta\u00e7\u00e3o, objetiva-se investigar a trajet\u00f3ria do jornal e suas caracter\u00edsticas, bem como a atua\u00e7\u00e3o de seus dirigentes e as produ\u00e7\u00f5es das primeiras vozes femininas que colaboram com o peri\u00f3dico. Al\u00e9m disso, pretende-se considerar os meios locais de comunica\u00e7\u00e3o e momentos do desenvolvimento da imprensa. Para a realiza\u00e7\u00e3o do estudo, adota-se uma postura te\u00f3rica interdisciplinar proporcionada pelos Estudos Culturais e pela articula\u00e7\u00e3o de conceitos das \u00e1reas de Comunica\u00e7\u00e3o e Hist\u00f3ria. Com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 metodologia, foi imprescind\u00edvel recorrer \u00e0 pesquisa bibliogr\u00e1fica e proceder \u00e0 pesquisa documental no acervo do jornal. Como resultado do processo de pesquisa, apresenta-se uma disserta\u00e7\u00e3o em quatro cap\u00edtulos.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>DOWNLOAD:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 195.784%\" width=\"539\"><a href=\"https:\/\/posgraduacao.ufms.br\/portal\/trabalho-arquivos\/download\/11772\">.PDF<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table style=\"width: 92.9061%\" width=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>AUTOR\/A:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 195.784%\" width=\"539\">MARISTELA SANTIAGO DE SOUZA<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>T\u00cdTULO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 195.784%\" width=\"539\">\u201cMem\u00f3ria Para Uso Di\u00e1rio\u201d: Arquivos E Cole\u00e7\u00f5es Org\u00e2nicas Como Dispositivos de Resist\u00eancia (Favela da Rocinha-Rio de Janeiro, 1965 a 1984)<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>ORIENTADOR\/A:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 195.784%\" width=\"539\">\u00a0MURILO SEBE BON MEIHY<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>ANO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 195.784%\" width=\"539\">2023<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>RESUMO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 195.784%\" width=\"539\">A fun\u00e7\u00e3o social dos acervos arquiv\u00edsticos e cole\u00e7\u00f5es \u00e9 ressaltada nesta disserta\u00e7\u00e3o ao percorrer a milit\u00e2ncia pol\u00edtica dos moradores da favela da Rocinha, na cidade do Rio de Janeiro, entre as d\u00e9cadas de 1960 a 1980. O uso da mem\u00f3ria como dispositivo para a milit\u00e2ncia pol\u00edtica se imp\u00f5e para o constructo de contranarrativas na emerg\u00eancia da hora, da \u201cfavela\u201d para a \u201cfavela\u201d e para o \u201casfalto\u201d, do \u201cnegro\u201d para o \u201cnegro\u201d e para o \u201cbranco\u201d, das \u201cminorias majorit\u00e1rias\u201d e dos \u201cpovos n\u00e3o integrados no sistema da propriedade privada\u201d para eles mesmos e para os grupos (economicamente) hegem\u00f4nicos &#8230; enfim, para as sociedades de regulamenta\u00e7\u00e3o, a perspectiva decolonial no fazer hist\u00f3ria a partir do direito \u00e0 mem\u00f3ria. E para n\u00f3s mesmos, arruinar pr\u00e1ticas discursivas que operam na racializa\u00e7\u00e3o das subjetividades, de modo a nos conceituar como \u201cfavela\u201d, \u201cnegro\u201d ou \u201cminoria\u201d. Qual seja, o empoderamento, ou, o sufoco e o refastelo do mobilizar a identidade a nos projetar como atores sociais.<br \/>\nAs autobiografias de militantes, citadas ao longo deste trabalho, legam, os itens documentais do acervo em estudo, igualmente a mem\u00f3ria \u00e9 para uso di\u00e1rio.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>DOWNLOAD:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 195.784%\" width=\"539\"><a href=\"https:\/\/posgraduacao.ufms.br\/portal\/trabalho-arquivos\/download\/11796\">.PDF<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table style=\"width: 93.093%\" width=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>AUTOR\/A:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">PABLO SIMINIO<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>T\u00cdTULO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">A RESIST\u00caNCIA IND\u00cdGENA NO ESTADO PLURINACIONAL: UM ESTUDO CULTURAL A PARTIR DA CONSTITUI\u00c7\u00c3O BOLIVIANA DE 2009<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>ORIENTADOR\/A:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">MIGUEL RODRIGUES DE SOUSA NETO<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>ANO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">\u00a02023<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>RESUMO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">O que vem se sucedendo na Bol\u00edvia \u00e9 uma verdadeira revolu\u00e7\u00e3o cultural que \u00e9 resultado de um longo processo de resist\u00eancia ind\u00edgena. Depois de mais de 180 anos de uma conflituosa hist\u00f3ria republicana em que os povos ind\u00edgenas foram subalternizados e sendo a Bol\u00edvia um dos pa\u00edses mais pobres, desiguais e excludentes da Am\u00e9rica Latina, um governo como o de Evo Morales, aliado a uma nova Constitui\u00e7\u00e3o, representa uma verdadeira revolu\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica e uma nova \u00e9poca para esta sociedade andina. Uma \u00e9poca em que os atores ind\u00edgenas n\u00e3o s\u00e3o mais representados por outros, como foram no passado, onde as suas identidades se subsumiam abaixo das identidades campesinas e obreiras, agora, falam por sua pr\u00f3pria conta e as suas identidades \u00e9tnicas se p\u00f5e ao encontro do cen\u00e1rio pol\u00edtico de uma maneira renovada. Dessa forma, objetivamos analisar a resist\u00eancia ind\u00edgena no Estado Plurinacional boliviano, buscando compreender: conflitos e contradi\u00e7\u00f5es quanto ao reconhecimento do modelo de Estado; das Autonomias; da oficializa\u00e7\u00e3o de l\u00ednguas ind\u00edgenas; da economia; da Justi\u00e7a comunit\u00e1ria; da cultura; da representa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica dos povos minorit\u00e1rios e as tentativas pluralistas de reforma pol\u00edtica e do complexo processo de acordo pol\u00edtico presentes na constru\u00e7\u00e3o do Estado Plurinacional boliviano. Como fontes deste estudo utilizamos, al\u00e9m da pr\u00f3pria Constitui\u00e7\u00e3o, de normas correlatas, de sites, de atlas eleitoral, da imprensa boliviana, do \u201cServicio Estatal de Autonom\u00edas\u201d e de documentos de diversas organiza\u00e7\u00f5es da Bol\u00edvia e de pronunciamentos proferidos por diversas autoridades bolivianas. O referencial te\u00f3rico para este estudo foi constitu\u00eddo, sobretudo, pelos autores Salvador Schavelzon e \u00c1lvaro Garc\u00eda Linera. Conclu\u00edmos que aimar\u00e1s liberais, socialistas indianistas, mesti\u00e7os pacham\u00e2nicos e republicanos comunitaristas, ao lado de formas \u201cselvagens\u201d, comunit\u00e1rias ou em busca de soberania e inclus\u00e3o social foram inclu\u00eddos na Constitui\u00e7\u00e3o indefinida, com sil\u00eancios estrat\u00e9gicos e negocia\u00e7\u00f5es for\u00e7adas, que resultaram na coexist\u00eancia de vozes e perspectivas cosmopol\u00edticas distintas. Da mesma maneira, foi poss\u00edvel constatar que a forma republicana foi questionada por diferentes maneiras de compreender a propriedade (com a territorialidade coletiva e reconhecimento da ancestralidade), a forma representativa de governo (com a inclus\u00e3o da representa\u00e7\u00e3o direta dos povos no parlamento), o sistema jur\u00eddico do direito positivo (com a jurisdi\u00e7\u00e3o ind\u00edgena camponesa) e a divis\u00e3o de poderes (com o controle social). Assim, no novo texto encontramos: acordos, pontos intermedi\u00e1rios, contradi\u00e7\u00f5es e afirma\u00e7\u00f5es que v\u00e3o em distinta dire\u00e7\u00e3o. Essas formas pol\u00edticas justapostas e combinadas foram acessadas por meio da \u201cleitura\u201d e do \u201colhar\u201d \u2014 leia-se, an\u00e1lise cultural \u2014 abertos \u00e0 diferen\u00e7a e a complexidade \u2014 do fen\u00f4meno cultural \u2014, tendo por metodologia a \u201ccentralidade da cultura\u201d, em que se vislumbra a possibilidade de interse\u00e7\u00e3o entre \u00e1reas do conhecimento no que se refere tamb\u00e9m para al\u00e9m dos mecanismos intra-discursivos do texto, bem como pela instrumentaliza\u00e7\u00e3o do conceito das &#8220;duas bol\u00edvias&#8221; desenvolvido por Salvador Schavelzon, que consiste na leitura da realidade boliviana expressada na fratura e divis\u00e3o irreconcili\u00e1vel, mas n\u00e3o s\u00f3 isso, deriva-se da cosmologia andina em imagens do encontro, da mistura e da combina\u00e7\u00e3o, do di\u00e1logo, e ainda pela forma como \u00c1lvaro Garc\u00eda Linera coloca o problema da plurinacionalidade, nas condi\u00e7\u00f5es atuais do Estado e do capitalismo na sociedade Boliviana, por meio da operacionaliza\u00e7\u00e3o dos seus conceitos de republicanismo do cumum ou republicanismo comunit\u00e1rio, Estado Integral e capitalismo andino-amaz\u00f4nico. Como se sabe, n\u00e3o \u00e9 preocupa\u00e7\u00e3o aprior\u00edstica dos Estudos Culturais desvelar a maneira como o receptor interage com o texto, mas sim perceber como as estruturas imanentes geram o seu sentido. Este estudo faz, portanto, uma abordagem, tanto intra-textual, como calcada em suas lacunas.<br \/>\nPalavras-chave: Resist\u00eancia ind\u00edgena; Estado Plurinacional boliviano; Constitui\u00e7\u00e3o boliviana de 2009 (CPE).<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>DOWNLOAD:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\"><a title=\"https:\/\/posgraduacao.ufms.br\/portal\/trabalho-arquivos\/download\/13172\" href=\"https:\/\/posgraduacao.ufms.br\/portal\/trabalho-arquivos\/download\/13172\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">.PDF<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table style=\"width: 93.093%\" width=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>AUTOR\/A:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">RAFAEL DANTAS DE OLIVEIRA<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>T\u00cdTULO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">ONDE EST\u00c3O OS BRANCOS?: DESVELANDO A BRANQUITUDE NA ARTE BRASILEIRA<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>ORIENTADOR\/A:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">MIGUEL RODRIGUES DE SOUSA NETO<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>ANO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">\u00a02023<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>RESUMO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">A partir dos Estudos Culturais (Hall, 2013a, 2013b ; Restrepo, 2014), Estudos Cr\u00edticos da Branquitude (Bento, 2002, 2022; Cardoso, 2020; Carone, 2014; Schucman, 2020; Sovik, 2004) e Arte Brasileira, esta disserta\u00e7\u00e3o tem como objetivo geral identificar, compreender e analisar os padr\u00f5es caracter\u00edsticos e organizacionais da branquitude na Arte Brasileira (Hall, 2013a, 2013b), e partindo da compreens\u00e3o dos Estudos Culturais de cultura enquanto poder e vice-versa, em que se estuda a organiza\u00e7\u00e3o geral em um caso particular, recorro ao contextualismo radical e ao pluralismo metodol\u00f3gico da seguinte forma: primeiro, identifico e analiso a constru\u00e7\u00e3o social e hist\u00f3rica da branquitude e seu funcionamento, assim como sua autoidentifica\u00e7\u00e3o, na qual se manifesta a contradi\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica da branquitude. Em seguida, a partir da historiografia da arte afro-brasileira de autoria branca (Conduru, 2007, 2009; Cunha, 1983; Rodrigues, 1904; Valladares, 2018) e da produ\u00e7\u00e3o da representa\u00e7\u00e3o no campo da arte \u2013 a partir da ideia de \u201cimagem em negativo\u201d (Sovik, 2017) e do conceito \u201cobjetos em estado de exposi\u00e7\u00e3o\u201d (Sim\u00f5es, 2019), analiso como a branquitude ao produzir o Outro produz a si mesma (Carneiro, 2023; Fanon, 2020; Faustino, 2017; Kilomba, 2019), e como resultado, identifico, nomeio e conceituo o racismo visual. A seguir, subvertendo a l\u00f3gica de poder do olhar branco (hooks, 2019), tomo a cr\u00edtica \u00e0 branquitude realizada por artistas afro-brasileiros, e revisito a historiografia da Arte Brasileira de autoria negra (Amancio, 2021; Munanga, 2018; Nascimento, 2018; Ribeiro, 2020; Sim\u00f5es, 2019) a fim de conceituar a arte branco-brasileira. Por fim, fa\u00e7o alguns apontamentos sobre a atua\u00e7\u00e3o de sujeitos brancos, e advogo a favor da morte da branquitude na Arte Brasileira (Yancy, 2022).<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>DOWNLOAD:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\"><a href=\"https:\/\/posgraduacao.ufms.br\/portal\/trabalho-arquivos\/download\/12633\">.PDF<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table style=\"width: 93.093%;height: 840px\" width=\"0\">\n<tbody>\n<tr style=\"height: 24px\">\n<td style=\"width: 21.4184%;height: 24px\" width=\"113\"><strong>AUTOR\/A:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%;height: 24px\" width=\"539\">SANDRA DA SILVA COSTA<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"height: 48px\">\n<td style=\"width: 21.4184%;height: 48px\" width=\"113\"><strong>T\u00cdTULO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%;height: 48px\" width=\"539\">RACISMO NO AMBIENTE PROFISSIONAL ESCOLAR A PARTIR DA PERCEP\u00c7\u00c3O DOS TRABALHADORES DA EDUCA\u00c7\u00c3O DO MUNIC\u00cdPIO DE COXIM, MATO GROSSO DO SUL<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"height: 24px\">\n<td style=\"width: 21.4184%;height: 24px\" width=\"113\"><strong>ORIENTADOR\/A:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%;height: 24px\" width=\"539\">MIGUEL RODRIGUES DE SOUSA NETO<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"height: 24px\">\n<td style=\"width: 21.4184%;height: 24px\" width=\"113\"><strong>ANO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%;height: 24px\" width=\"539\">\u00a02023<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"height: 696px\">\n<td style=\"width: 21.4184%;height: 696px\" width=\"113\"><strong>RESUMO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%;height: 696px\" width=\"539\">Neste trabalho, as percep\u00e7\u00f5es que trabalhadores\/as da educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica municipal, estadual e federal da cidade de Coxim, no Mato Grosso do Sul, t\u00eam em rela\u00e7\u00e3o ao racismo no ambiente profissional escolar s\u00e3o levantadas e analisadas. Considerando que o racismo se manifesta de diversas maneiras no Brasil, buscou-se identificar como as tens\u00f5es \u00e9tnico-raciais s\u00e3o per-cebidas nas rela\u00e7\u00f5es profissionais que se estabelecem no ambiente escolar, e, ainda, conhe-cer a import\u00e2ncia que os\/as trabalhadores\/as da educa\u00e7\u00e3o atribuem ao di\u00e1logo e \u00e0s capacita-\u00e7\u00f5es (forma\u00e7\u00e3o continuada) relativas ao tema. Buscou-se, tamb\u00e9m, identificar quais estrat\u00e9-gias e pol\u00edticas s\u00e3o adotadas pelos\/as gestores\/as frente ao combate \u00e0 discrimina\u00e7\u00e3o racial no ambiente de trabalho. O presente estudo, com abordagem metodol\u00f3gica qualitativa, por meio do emprego de question\u00e1rio on-line estruturado com perguntas abertas e fechadas, para dialogar com os\/as profissionais de tr\u00eas institui\u00e7\u00f5es p\u00fablicas de ensino (uma da esfera mu-nicipal, uma da estadual e uma federal, todas localizadas no munic\u00edpio de Coxim, Mato Grosso do Sul), encontra-se aprovado pelo Comit\u00ea de \u00c9tica em Pesquisa. A pesquisa est\u00e1 ancorada no campo te\u00f3rico dos Estudos Culturais, por meio da discuss\u00e3o que ele possibilita sobre os conceitos de cultura, de ra\u00e7a e de racismo nas pr\u00e1ticas cotidianas da sociedade. En-tre os principais resultados da pesquisa est\u00e1 que os\/as trabalhadores\/as da educa\u00e7\u00e3o reconhe-cem que o racismo existe, mas, ao mesmo tempo, o veem como algo que est\u00e1 distante deles e da escola, situa\u00e7\u00e3o que ficou evidente quando 72,5% dos\/as trabalhadores\/as da educa\u00e7\u00e3o disseram perceber o racismo como um problema estrutural. Mas, em contrapartida, 40% afirmam nunca ter, de forma consciente e\/ou inconsciente, discriminado algu\u00e9m em raz\u00e3o da cor, e somente 27,5% cogitam essa possibilidade; 87,5% dos\/as profissionais admitem a import\u00e2ncia do di\u00e1logo e da capacita\u00e7\u00e3o a respeito da discrimina\u00e7\u00e3o racial; e h\u00e1, entretanto, registros de servidores\/as docentes que discordam e consideram que os\/as servidores\/as j\u00e1 s\u00e3o esclarecidos o suficiente sobre o assunto; 61% dos\/as servidores\/as desconhecem se a institui\u00e7\u00e3o onde atuam possui ou n\u00e3o pol\u00edticas internas de combate ao racismo; 63% n\u00e3o sabem opinar sobre a atua\u00e7\u00e3o dos\/as gestores\/as frente a essa quest\u00e3o. A partir das manifes-ta\u00e7\u00f5es de servidores\/as, gestores\/as e demais \u00f3rg\u00e3os e entidades ouvidos, verificou-se que, quando h\u00e1 o implemento de pol\u00edticas e\/ou a\u00e7\u00f5es internas de combate ao racismo, essas s\u00e3o pontuais e ficam restritas, quase que exclusivamente, ao universo curricular e\/ou docente, sem levar em conta que a institui\u00e7\u00e3o de ensino \u00e9 formada por diferentes profissionais que , em atua\u00e7\u00e3o conjunta, protagonizam o processo educativo.<\/td>\n<\/tr>\n<tr style=\"height: 24px\">\n<td style=\"width: 21.4184%;height: 24px\" width=\"113\"><strong>DOWNLOAD:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%;height: 24px\" width=\"539\">.<a href=\"https:\/\/posgraduacao.ufms.br\/portal\/trabalho-arquivos\/download\/11869\">PDF<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table style=\"width: 93.093%\" width=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>AUTOR\/A:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">TATIANA ROBERTA MEDEIROS<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>T\u00cdTULO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">O ENSINO DA EDUCA\u00c7\u00c3O F\u00cdSICA E AS RELA\u00c7\u00d5ES DE G\u00caNERO: REFLEX\u00d5ES DE UMA EDUCA\u00c7\u00c3O PARA A DIFEREN\u00c7A<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>ORIENTADOR\/A:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">MARCELO VICTOR DA ROSA<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>ANO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">\u00a02023<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>RESUMO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">Os estudos de g\u00eanero t\u00eam avan\u00e7ado no contexto contempor\u00e2neo, intensificando, desta forma, as discuss\u00f5es sobre as pol\u00edticas p\u00fablicas que envolvem essa tem\u00e1tica. Nesse sentido, esta proposta de pesquisa se justifica por problematizar as constru\u00e7\u00f5es de g\u00eanero no espa\u00e7o escolar e dissertar como os g\u00eaneros e suas conex\u00f5es atravessam esse contexto. Nesse aspecto, o estudo teve como principal objetivo investigar como os\/as docentes, que atuam nos anos finais do ensino fundamental da rede estadual de Resende (RJ) e da rede municipal de Quatis (RJ), elaboram conte\u00fados e propostas que tratam de diferen\u00e7as hist\u00f3ricas das constitui\u00e7\u00f5es dos g\u00eaneros. Como objetivos espec\u00edficos, a pesquisa buscou apresentar uma discuss\u00e3o sobre as rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero nas aulas de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica, analisar o processo de diferencia\u00e7\u00f5es por meio das rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero nas aulas de Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica e visibilizar problematiza\u00e7\u00f5es sobre o modo e as possibilidades de fazer uma Educa\u00e7\u00e3o F\u00edsica pautada em um curr\u00edculo cultural que aborde as quest\u00f5es de g\u00eanero. Por meio de uma investiga\u00e7\u00e3o qualitativa, a produ\u00e7\u00e3o dos dados em campo efetuou-se de entrevistas semiestruturadas com professores que atuam nos anos finais do ensino fundamental da rede p\u00fablica estadual da cidade de Resende\/RJ e da rede p\u00fablica municipal da cidade de Quatis\/RJ. Participaram do estudo de campo 13 professores homens e as entrevistas aconteceram de forma remota e presencial. As an\u00e1lises dos discursos foram pautadas a partir das contribui\u00e7\u00f5es dos estudos p\u00f3s-cr\u00edticos. Ao analisar o perfil dos interlocutores, observamos que a maioria \u00e9 de classe m\u00e9dia, s\u00e3o negros, professantes do Cristianismo e apenas um possui defici\u00eancia. Al\u00e9m disso, tendo em vista o g\u00eanero como proposta anal\u00edtica, tencionamos para refletir e indagar como esse conceito \u00e9 utilizado e mobilizado pelos professores na pr\u00e1tica pedag\u00f3gica. Muitos deles problematizam esse conceito apenas quando aparece em conflitos durante a aula e outros preferem n\u00e3o falar sobre essa tem\u00e1tica. Apesar de terem sido observados esfor\u00e7os de alguns docentes em tentar propor conte\u00fados que se afastam de um curr\u00edculo tradicional, a maioria det\u00e9m discursos pautados nos aspectos biol\u00f3gicos aos quais justificam enuncia\u00e7\u00f5es para as elabora\u00e7\u00f5es de conte\u00fados tradicionais nas pr\u00e1ticas pedag\u00f3gicas. Foi percebido que os conte\u00fados propostos por esses docentes, muitas vezes, s\u00e3o marcados por representa\u00e7\u00f5es generificadas os quais naturalizam as feminilidades e masculinidades dos\/as educandos\/as. Percebemos tamb\u00e9m, que nos olhares dos professores desse estudo, ao trabalhar com turmas mistas, j\u00e1 seria suficiente para atingir a igualdade e o respeito pelas diferen\u00e7as entre alunos\/as. Constatamos que as masculinidades dos docentes est\u00e3o constitu\u00eddas, ocasionando sempre disputas de poderes e jogos de subalternidades, por meio de processos lingu\u00edsticos, discursivos e simb\u00f3licos, por interm\u00e9dio dos marcadores sociais da diferen\u00e7a. Nesse aspecto, percebemos professores que tendem a seguir uma hegemonia e tamb\u00e9m existem aqueles que borram as fronteiras, direcionando para masculinidades plurais. Por fim, mesmo que os professores n\u00e3o tenham citado o curr\u00edculo em uma perspectiva cultural, encontramos enuncia\u00e7\u00f5es que viabilizem propostas curriculares de temas e conte\u00fados que se aproximam dessa abordagem.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>DOWNLOAD:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\"><a href=\"https:\/\/posgraduacao.ufms.br\/portal\/trabalho-arquivos\/download\/12475\">.PDF<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<table style=\"width: 93.093%\" width=\"0\">\n<tbody>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>AUTOR\/A:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">THA\u00cdS MONIQUE BATISTA CONSTANTINO<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>T\u00cdTULO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">CORPO ENCANTADO: A (IN)CORPORA\u00c7\u00c3O DE CABOCLAS E CABOCLOS NO TEMPLO DE UMBANDA PAI OXAL\u00c1<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>ORIENTADOR\/A:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">MIGUEL RODRIGUES DE SOUSA NETO<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>ANO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">\u00a02023<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>RESUMO:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\">Esta disserta\u00e7\u00e3o tem como tema de reflex\u00e3o os corpos de terreiro, especificamente a (in)corpora\u00e7\u00e3o de caboclas e caboclos em terreiros de Umbanda. A escreviv\u00eancia de Concei\u00e7\u00e3o Evaristo \u00e9 utilizada enquanto ferramenta metodol\u00f3gica, uma vez que as reflex\u00f5es apresentadas evocam meu corpo-mem\u00f3ria e se cruzam\/somam \u00e0s bibliografias, construindo, questionando, criando e compreendendo conceitos e constru\u00e7\u00f5es hist\u00f3rico-sociais ligados \u00e0 religi\u00e3o Umbanda, \u00e0 (in)corpora\u00e7\u00e3o, seus elementos e seus sujeitos. Os temas abordados perpassam o terreiro, tanto em suas dimens\u00f5es f\u00edsicas e simb\u00f3licas, e exploram a relev\u00e2ncia do corpo nas religi\u00f5es afro-brasileiras, especialmente no contexto da (in)corpora\u00e7\u00e3o. Adicionalmente, a pesquisa discute a import\u00e2ncia e a identidade das caboclas e caboclos em terreiros de Umbanda. A pesquisa adota uma perspectiva decolonial, visando devolver\/reconstituir ao corpo, e a religi\u00e3o como um todo, historicamente subalternizados suas pr\u00f3prias no\u00e7\u00f5es de significa\u00e7\u00e3o. Utilizo a revis\u00e3o bibliogr\u00e1fica como metodologia de pesquisa, observa\u00e7\u00e3o participante nas giras de caboclas e caboclos no Templo de Umbanda Pai Oxal\u00e1, localizado em Campo Grande \u2013 MS, e entrevistas com m\u00e9diuns de (in)corpora\u00e7\u00e3o e algumas entidades caboclos a partir de question\u00e1rio pr\u00e9-estruturado. Os principais autores e conceitos utilizados s\u00e3o Graziela Rodrigues com corpo mastro, experiviv\u00eancia e coabita\u00e7\u00e3o; Luiz Rufino e Luiz Antonio Simas que discutem o carrego colonial, supraviv\u00eancia, caboclos e encantamento. Diante da constata\u00e7\u00e3o de que a colonialidade se fundamentou na descredibiliza\u00e7\u00e3o de diversas formas de ser, saber e fazer, bem como na domina\u00e7\u00e3o, persegui\u00e7\u00e3o e na morte, tanto f\u00edsica quanto simb\u00f3lica, este estudo revela que a (in)corpora\u00e7\u00e3o representa uma subvers\u00e3o desse projeto de desencanto. A (in)corpora\u00e7\u00e3o possibilita o contato com diversas mem\u00f3rias de exist\u00eancia e energias vitais, sendo o corpo o local onde o ax\u00e9 est\u00e1 presente, permitindo assim a ruptura com a disciplina\u00e7\u00e3o dos corpos e dos cultos, desafiando a l\u00f3gica imposta.<\/td>\n<\/tr>\n<tr>\n<td style=\"width: 21.4184%\" width=\"113\"><strong>DOWNLOAD:<\/strong><\/td>\n<td style=\"width: 207.03%\" width=\"539\"><a href=\"https:\/\/posgraduacao.ufms.br\/portal\/trabalho-arquivos\/download\/12509\">.PDF<\/a><\/td>\n<\/tr>\n<\/tbody>\n<\/table>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; AUTOR\/A: AMANDA MAMEDE T\u00cdTULO: O ENSINO DE ARTES VISUAIS FRENTE \u00c0 MODERNIDADE\/COLONIALIDADE: A NARRATIVA EUROC\u00caNTRICA DOS CURR\u00cdCULOS E UMA PROPOSTA DE AULAS OFICINA DESOBEDIENTES ORIENTADOR\/A: ANA PAULA SQUINELO ANO: \u00a02023 RESUMO: Esta disserta\u00e7\u00e3o parte do problema de investiga\u00e7\u00e3o acerca de qual a narrativa da hist\u00f3ria da arte presente nos documentos curriculares e manuais did\u00e1ticos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":3740,"featured_media":0,"parent":0,"menu_order":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","template":"","meta":{"ngg_post_thumbnail":0,"footnotes":""},"coauthors":[],"class_list":["post-2218","page","type-page","status-publish","hentry"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/ppgcultcpaq.ufms.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2218","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/ppgcultcpaq.ufms.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages"}],"about":[{"href":"https:\/\/ppgcultcpaq.ufms.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/types\/page"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ppgcultcpaq.ufms.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/users\/3740"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/ppgcultcpaq.ufms.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2218"}],"version-history":[{"count":11,"href":"https:\/\/ppgcultcpaq.ufms.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2218\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2687,"href":"https:\/\/ppgcultcpaq.ufms.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/pages\/2218\/revisions\/2687"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/ppgcultcpaq.ufms.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2218"}],"wp:term":[{"taxonomy":"author","embeddable":true,"href":"https:\/\/ppgcultcpaq.ufms.br\/en\/wp-json\/wp\/v2\/coauthors?post=2218"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}